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Oh! Oh! Oh! Feliz Natal!!!! Dezembro 22, 2008

Filed under: Uncategorized — Ana Catarina @ 12:52 pm
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Bem sei que já estamos em modo natalício há algum tempo aqui no blog mas… agora é que é. A noite de Natal é já depois de amanhã!!! 😀

Para vos desejar umas Boas Festas, aqui fica o vídeo mais natalício do filme “O Conto de Natal dos Marretas”… em inglês 😉

Feliz Natal e um Bom Ano Novo! 😀

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Delícias de Natal há 30 anos Dezembro 5, 2008

Filed under: Uncategorized — Ana Catarina @ 7:24 pm
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Confesso que tinha preparado outra coisa para o momento de “relax” deste fim de semana, mas encontrei estas duas relíquias da publicidade de quando era miúda 🙂

Nessa altura, toda a criançada adorava estes anúncios e chegávamos até a fazer brincadeiras com as frases que neles se ouvem, para aborrecimento dos nossos pais que tinham que ouvir as mesmas coisas vezes sem conta. Ehehehehe! 🙂

Aconselho-vos a partilharem este artigo com os vossos pais e tios e a repararem nas suas reacções 😉

Aqui ficam então duas memórias que tenho todo gosto em partilhar com a nova geração… a vossa 😀

“Fantasias de Natal”

“Bom Bokas – Só há estas, são para mim”

 

A Arte e o Natal Dezembro 3, 2008

Filed under: Uncategorized — Ana Catarina @ 9:22 pm
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Pois é… inspirada por tanto artigo sobre o Natal tive uma ideia para um 😉

Lembrei-me das imagens antigas do Pai Natal e que hoje faz parte do imaginário de todos. As imagens mais conhecidas foram criadas por Haddon Sundblom.

Santa Claus de Haddon Sundblom

Santa Claus de Haddon Sundblom

Este artista trabalhou durante muitos anos para o departamento de publicidade da Coca Cola e, também por isso, os seus trabalhos são bastante conhecidos e famosos. Penso até que a imagem do Pai Natal que ele criou está tão bem feita e foi tão bem aproveitada pela publicidade da Coca Cola, que hoje não há muitas pessoas que consigam imaginar o Pai Natal de outra forma que não seja esta. Às vezes até parece que o Pai Natal não exisita antes da Coca Cola!!! 😀

Santa Claus por Haddon Sundblom

Santa Claus por Haddon Sundblom

Como vêem, é forte o peso da publicidade na cultura e, em consequência, no imaginário dos artistas actuais. Não estou de acordo que devamos “obedecer” cegamente à publicidade, nem que ela tenha demasiada importância na nossa vida, mas não se pode negar que as imagens que vemos todos os dias na televisão reflectem e influenciam os nossos gostos estéticos 😉

Por isso, gostaria de partilhar aqui alguns vídeos publicitários de Natal feitos para a Coca Cola. Este vídeos já fazem parte da base cultural de gerações de pessoas por isso…

Divirtam-se!!! 😀

Este anúncio baseia-se numa das imagens que estão mais acima 😉

Para mim, este é um dos mais bem feitos… muito espírito natalício 🙂

Este é o mais recente e foi feito para o mercado sueco 🙂

 

“Conto de Natal” – Charles Dickens

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 11:28 am
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charles-dickens

Charles John Huffam Dickens nasceu em Portsmouth no dia 7 de Fevereiro de 1812 e morreu em 9 de Junho de 1870. A fama dos seus romances e contos, tanto durante a sua vida como depois, até aos dias de hoje, só aumentou. Apesar de os seus romances não serem considerados muito realistas, Dickens contribuiu em grande parte para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa.

Ensinado por sua mãe, passava muito do seu tempo a ler infindavelmente. Daí saiu o seu gosto pela leitura. Entre os livros da sua infância encontravam-se também obras de Daniel Defoe, Goldsmith, bem como o “Dom Quixote“.

A sua família era remediada em termos económicos, o que lhe permitiu frequentar uma escola particular durante três anos. O seu pai foi preso por dívidas e com 10 anos, Dickens mudou-se para Londres. Aos doze anos ele começou a trabalhar numa empresa de graxa de sapatos perto de uma Estação Ferroviária. O seu trabalho consistia em colar rótulos nos frascos de graxa, ganhando, por isso, seis xelins por semana. Com o dinheiro, sustentava a família, encarcerada na prisão para devedores.

Alguns anos depois, a situação financeira da família melhorou consideravelmente, graças a uma herança recebida pelo seu pai. A sua família deixou a prisão, mas a mãe não o retirou logo da fábrica, que pertencia a um amigo. Dickens jamais perdoaria a mãe por essa injustiça. O tema das más condições de trabalho da classe operária inglesa tornar-se-iam, mais tarde, um dos mais recorrentes da sua obra.

Dickens começou a trabalhar num escritório, sendo promovido a advogado. Mas não gostou do seu trabalho porque odiava a ida aos tribunais. Tornou-se depois jornalista.

A 2 de Abril de 1836, casou-se com Catherine Hogarth, de quem teve dez filhos

Em 1843, publicava o seu mais famoso livro de Natal, “A Christmas Carol” (“Canção de Natal”), ao qual se seguiriam outros, com a mesma temática, como “The Chimes” (1844), que escreveu em Génova na sua primeira grande viagem ao estrangeiro. Em 1845, “The Cricket on the Hearth” (“O Grilo da lareira“) torna-se também um dos seus maiores sucessos natalícios.

Os livros de Dickens tornaram-se extremamente populares na época e eram lidos com grande expectativa por um público muito fiel à sua escrita.

Dickens separou-se da sua mulher em 1858. O trabalho de cuidar dos dez filhos do casal, aliado à pressão resultante de ser a esposa e dona de casa de um romancista mundialmente reconhecido não ajudava. A sua irmã, Georgina, tinha mudado para casa de Dickens, para ajudar Catherine no seu trabalho doméstico – há, contudo, rumores de que teve um caso amoroso com o cunhado.

A escrita de Dickens é hoje considerada excessivamente sentimentalista e melodramática: a morte de personagens de quem gostamos particularmente.

A Christmas Carol é um livro de Charles Dickens. Com várias traduções no Brasil, sendo a mais correcta Um Cântico de Natal, o livro foi escrito em menos de um mês originalmente para pagar dívidas, mas tornou-se um dos maiores clássicos natalinos de todos os tempos. Charles Dickens o descreveu como seu “livrinho de Natal”, e foi primeiramente publicado em 19 de Dezembro de 1843, com ilustrações de John Leech. A história transformou-se instantaneamente num sucesso, vendendo mais de seis mil cópias em uma semana.

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O seu conto “Canção de Natal” é talvez a sua história mais conhecida. As adaptações são inúmeras, para quase todos os géneros de comunicação: cinema, banda desenhada, televisão, teatro, outras adaptações literárias, etc, criam um fenómeno de popularidade que transcende a obra original. Segundo alguns, esta história, patética, moralista e bem-humorada, resume o verdadeiro significado do Natal.

Escreveu cerca de 23 contos!

Para finalizar, fica aqui um vídeo do “Conto de Natal” de Charles Dickens.

Luís Vicente