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A pintura Barroca Março 29, 2009

Filed under: Uncategorized — inespucca @ 11:37 am

A pintura barroca é uma pintura realista, concentrada nos retratos no interior das casas, nas paisagens nas naturezas mortas e nas cenas populares (barroco holandês). No norte da Europa, Rembrandt e Vermeer ampliaram os limites do realismo.

Por outro lado, a expansão e o fortalecimento do protestantismo fizeram com que os católicos utilizassem a pintura como um instrumento de divulgação da sua doutrina. Na Itália e na Espanha a Igreja Católica, em clima de militância e Contra-Reforma, pressionava os artistas para que fossem buscar  o realismo mais convincente possível.

                      Ver imagem em tamanho realPintura Barroca no teto de uma Igreja

 

 Pintura Barroca

 

 

  No barroco, a pintura é inquietante e altamente espiritualizada. Os pintores barrocos enfatizaram novos e sugestivos métodos de composição. Usaram técnicas tais como figuras desproporcionais ante a perspectiva e desenhos que eram intencionalmente assimétricos.

 Esses artistas interessavam-se mais em captar a idéia de espaço e movimento do que apresentar formas individuais como a última perfeição. Miguel Ângelo, Caravaggio e Annibale Carraci foram pintores barrocos de grande nome. Petrus Paulus Rubens, de Flandres (hoje pertence à Bélgica), foi o líder da pintura barroca no norte.

 Os pintores espanhóis El Greco e Diego Valázquez acrescentaram elementos fortes e sombrios ao movimento. Como a arquitetura, a pintura barroca francesa do período conservou sobretudo qualidades clássicas, por exemplo nas obras de Nicolas Poussin e Claude -século XVII. No Brasil, destacam-se os trabalhos de Manuel da Costa Ataíde e Francisco Xavier Carneiro, em Minas Gerais, e as pinturas alegóricas de Pernambuco (Recife e Olinda), onde os temas religiosos se mesclavam a elementos profanos alusivos à invasão holandesa a às lutas contra os ocupantes.

                                         Pintura Barroca

 

                                                                                           Pintura Barroca

 

                                                                     

 

 

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Ópera de Sydney Março 28, 2009

Filed under: Uncategorized — jorge sousa @ 10:52 pm

     Sydney é a mais populosa cidade da Austrália, com uma população, em sua área metropolitana, de aproximadamente 4,28 milhões de pessoas (estimativa 2006). É a capital do estado de Nova Gales do Sul e foi o local escolhido para a primeira colônia britânica na Austrália. Foi criado em 1788 em Sydney Cove por Arthur Phillip, líder da Primeira Frota da Grã-Bretanha. Um residente da cidade é referido como um Sydneysider. Está localizada a 300km da capital do país, Camberra.

     Sydney está situada na costa sudeste da Austrália. A cidade é construída em torno de Port Jackson, que inclui Sydney Harbour, levando para a cidade do apelido, o “Cidade Porto”. Sydney é muita conhecida pela Opera House e pela Harbour Bridge, além de suas praias. A área metropolitana é rodeada por parques nacionais, e contém muitas baías, rios e enseadas. É considerada como uma cidade global beta pelo inevntário da Loughborough University de 1999. A cidade já sediou importantes eventos de repercussão internacional, seja em âmbito esportivo, político ou cultural, como, por exemplo, os Jogos do Império Britânico de 1938, os Jogos Olímpicos de Verão de 2000 e a Copa do Mundo de Rugby de 2003. Em Setembro de 2007, a cidade recebeu os líderes dos 21 membros da APEC e em Julho de 2008 sediou Jornada Mundial da Juventude de 2008. O principal aeroporto de Sydney é o Aeroporto de Sydney.

     Sydney é uma das mais multiculturais cidades do mundo, o que reflete o seu papel como um importante destino imigratório na Austrália. Segundo o levantamento Mercer sobre custo de vida, Sydney é a mais cara cidade da Austrália e a 15ª mais cara do planeta.

 

-Duas muito boas representações da arquictetura da Ópera de Sydney.

 

Mas porque é que a Páscoa nunca calha no mesmo dia todo ano?

Filed under: Uncategorized — inespucca @ 10:25 pm

    O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 de Março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).

A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.

Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa “móvel”.

De fato, a sequência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.

Para os curiosos ( que não são muitos), estão aqui as datas da Páscoa até o ano de 2010:

  • 2000 – 23 de abril

  • 2001 – 15 de abril

  • 2002 – 31 de março

  • 2003 – 20 de abril

  • 2004 – 11 de abril

  • 2005 – 27 de março

  • 2006 – 16 de abril

  • 2007 – 08 de abril

  • 2008 – 23 de março

  • 2009 – 12 de abril

  • 2010 – 04 de abril                                                                                                             Inês

 

 

                                                                                       Boa Páscoa para todos e todas!!

 

Os artistas também somos nós! Março 26, 2009

Filed under: Uncategorized — Ana Catarina @ 9:26 pm
Tags: , ,

O nosso blog não serve apenas para mostrar o trabalho dos outros. Pode também servir para mostrar o que é feito pelos artistas que temos em “casa”. Neste caso, estou a falar da turma 😉

Por isso lembrei-me de fazer um filmezito com as vossas máscaras de Carnaval. É esta a surpresa 🙂

Senhoras e senhores… o 6ºB!!! 😀

Máscaras de Carnaval – 2009

 

Porque é que o coelho é um símbolo da Páscoa? – Desafio

Filed under: Uncategorized — jorge sousa @ 8:02 pm

     Os ovos tornaram-se símbolo oficial da Páscoa no século XVIII.
     Agora que você já conhece o significado da Páscoa para cristãos e judeus, deve estar  a imaginar qual é o papel dos ovos de chocolate e do coelho da Páscoa na celebração e porque eles se tornaram símbolos da festa. Ambos foram trazidos de antigos rituais pagãos de fertilidade da Primavera, que aconteciam na Europa e no Médio Oriente  e eram relacionados com a ressurreição.

     O coelho da Páscoa representa a periodicidade humana e lunar, a fertilidade e o renascimento da vida. No Egipto Antigo, a lebre era o símbolo da fertilidade. Na Europa, o coelho representa o renascimento da vida, pois, como já disse, a Páscoa europeia coincide com o início da Primavera. É a época em que a neve derrete, a vida ressurge e os coelhos deixam suas tocas após a hibernação do inverno.

      O coelho reproduz-se  rapidamente e em grandes quantidades. Entre os povos da antiguidade, a fertilidade era sinónimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era altíssimo. No Egipto Antigo, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.

     Mas o que a reprodução tem a ver com os significados religiosos da Páscoa? Tanto no significado judeu quanto no cristão, esta data relaciona-se com a esperança de uma vida nova. Já os ovos de Páscoa (de chocolate, enfeites, jóias), também estão neste contexto da fertilidade e da vida.

     A figura do coelho da Páscoa foi trazido para a América pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII.

 – Coelho da Páscoa.

 

A União faz a Força

Filed under: Uncategorized — jorge sousa @ 7:38 pm

     Este artigo tem como objectivo mostrar de como os que estão no blog,unidos,conseguem convencer  os outros para voltarem ao blog.

     Pretendo que uma grande parte da turma vá mais ao blog e a outra parte,ao menos que venha comentar de vez em quando,nem que seja só uma vez por semana.

     Não querem vir nunca ao blog perdem.Não ficam  com conhecimentos sobre as técnicas de arte,não aprendem o valor de alguns museus,de obras de arte, de pintores,arquictetura,escultura,cerâmica…

     Vá lá, venham ao blog!

     No início todos quiseram o blog, excepto 1 ou 2.Porque é que agora ninguém vem ao blog? Se era para não participarem, para quê ter blog?

     O blog serve para aprendermos mas também para fazer com que os outros aprendam,comentar,até se entra muitas vezes na própria conversa.

      A União faz a Força!

 

 

 

 

 

  • Venham ao blog! Se têm o objectivo de aprender e de falar com os amigos e com as professoras!

Já aqui tinhamos falado sobre isto, mas parece que nenhum dos que não vinha ao blog, passou a vir!

A União faz a Força, se querem continuar a ter blog façam para isso, não esperem que os outros façam tudo!

 

Arte romena no Museu do Chiado

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 8:03 am

Escolhi fazer este artigo porque nunca tinhamos falado do museu do chiado, e como lá havia uma exposição de arte romena, dicidi fazê-lo.

A exposição “As Cores da Vanguarda – Arte na Roménia 1910-1950” vai mostrar 67 pinturas de duas dezenas de artistas romenos no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, em Lisboa, a partir de 26 de Março. De acordo com a entidade, esta mostra foi desenvolvida pelo Instituto Cultural Romeno de Bucareste e apresenta “pela primeira vez um conjunto fundamental do desenvolvimento das vanguardas da pintura romena entre 1919 e 1950”.

Ver imagem em tamanho real

Para quem ão sabe o Museu do Chiado está situado no centro histórico de Lisboa – Museu Nacional de Arte Contemporânea, fundado em 1911 como Museu Nacional de Arte Contemporânea, foi inteiramente reconstruído em 1994, sob projecto do arquitecto francês Jean-Michel Willmotte.

A divisão do antigo Museu Nacional de Belas-Artes em Museu Nacional de Arte Antiga, que herdou daquele as obras realizadas até 1850 e continuou instalado no Palácio das Janelas Verdes, e em Museu Nacional de Arte Contemporânea, constituído por todas as obras posteriores a esta data, tendo sido instalado no Convento de São Francisco da Cidade, num espaço vizinho da Academia de Belas Artes. A instalação neste espaço, ainda que provisoriamente, vinha simbólica e oportunamente situá-lo na zona frequentada pelas tertúlias das gerações representadas no museu. Ocupava os antigos salões onde as exposições dos românticos e naturalistas haviam tido lugar, em espaços anexos ao convento.

A colecção de arte portuguesa, de 1850 à actualidade, constitui a mais importante colecção portuguesa de arte contemporânea, incluindo pintura, escultura, desenho, vídeo, entre outros media.

O programa de exposições temporárias, de particular relevância, ocupando totalmente o espaço de exposição, articula-se em três grandes linhas: incide sobre núcleos de obras, artistas e movimentos representados na colecção, propondo revisões e novas pistas de investigação sobre as matérias tratadas; traz a Portugal exposições internacionais que se cruzam com as colecções do museu; e apresenta obras de artistas contemporâneos internacionais.

 

 Erwin Kessler é o curador desta mostra, que reúne 67 obras “das mais significativas da história da arte romena”, segundo o museu, provenientes dos acervos de uma dezena de museus do país, traçando uma panorâmica do complexo fenómeno histórico cultural romeno, resultado das tensões entre tradição e vanguarda no período entre as duas guerras. Partindo do modernismo expressionista e pós-impressionista da primeira década do século XX, a exposição revela as experiências simultaneamente traumáticas e utópicas do rescaldo da primeira Guerra Mundial, que explicam a emergência e o desenvolvimento de uma vanguarda local.

Arte romenaVer imagem em tamanho real

Essa vanguarda emergiu através de artistas como Arthur Segal – futuro líder do “Grupo de Novembro” em Berlim – Marcel Janco – fundador do movimento Dada, no Cabaret Voltaire em Zurique, juntamente com Tristan Tzara – e Hans-Mattis Teutsch, ligado simultaneamente ao grupo Der Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul), à Bauhaus, e aos círculos húngaro, inglês, alemão e romeno de vanguarda. A contaminação, a rivalidade, a provocação, a imitação, a interpretação, a crítica, ou mesmo a caricatura, consequência deste diálogo intercultural, estão na origem do modernismo romeno. 

 “As Cores da Vanguarda – Arte na Roménia 1910-1950″ é inaugurada a 26 de Março, pelas 19:00, e permanecerá no Museu do Chiado até 21 de Junho deste ano.

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                                                                                                                                 Luís Vicente