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25 de Abril de 1974 Abril 24, 2009

Filed under: Uncategorized — jorge sousa @ 10:49 pm

    

Mais um feriado,eu decidi fazer um artigo sobre o 25 de Abril:

     Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo – que cederam perante a revolta das forças armadas – o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se “Dia da Liberdade” o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).

 

     Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi implementado em Portugal um regime autoritário de inspiração fascista. Com a Constituição de 1933 o regime é remodelado, auto-denominando-se Estado Novo e Oliveira Salazar passou a controlar o país, não mais abandonando o poder até 1968, quando este lhe foi retirado por incapacidade, na sequência de uma queda em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcelo Caetano que dirigiu o país até ser deposto no 25 de Abril de 1974.

     Sob o governo do Estado Novo, Portugal foi sempre considerado uma ditadura, quer pela oposição, quer pelos observadores estrangeiros quer mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Formalmente, existiam eleições, mas estas foram sempre contestadas pela oposição, que sempre acusaram o governo de fraude eleitoral e de desrespeito pelo dever de imparcialidade.

     O Estado Novo possuía uma polícia política, a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), uma evolução da ex-PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), mais tarde DGS (Direcção-Geral de Segurança), que perseguiria os opositores do regime. De acordo com a visão da história dos ideólogos do regime, o país manteve uma política que considerava a manutenção das colónias do “Ultramar”, numa altura em que alguns países europeus iniciavam os seus processos de alienação progressiva das suas colónias. Apesar da contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir do início dos anos 60, a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.

     Economicamente, o regime manteve uma política de condicionamento industrial que resultava no monopólio do mercado português por parte de alguns grupos industriais e financeiros (a acusação de plutocracia é frequente). O país permaneceu pobre até à década de 1960, o que estimulou a emigração. Notou-se, contudo, um desenvolvimento económico a partir desta década.

 

 -Revolução dos Cravos (25 de Abril).

 

 – Representação de um cravo,significando a revolução dos cravos.

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Arte Barroca 2 (powerpoint) Abril 17, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 12:07 pm
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Observem algumas quadros sobre arte barroca,neste powerpoint:

 

Alguns génios da pintura Abril 16, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 1:57 pm

Aqui está um pequeno vídeo sobre alguns génios da pintura ainda não tratados e as suas belas pinturas. Ora vejam:

 

 

 

                                                                                                                                  Luís Vicente

 

Notícia – arte Abril 1, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 7:08 am

 

 O Canal de História vai exibir esta segunda-feira, às 22:00 horas, um documentário de produção própria que aborda as gravuras de Foz Côa, prometendo explicar porque é que, na arqueologia portuguesa, existe o «antes Foz Côa» e o «depois Foz Côa».

O documentário, com cerca de 50 minutos de duração, convidará a conhecer o Parque Arqueológico do Vale do Côa, criado em Agosto de 1996, com o objectivo de «investigar, divulgar e salvaguardar o maior complexo mundial de arte rupestre ao ar livre», segundo o noticiado em comunicado.

 No especial, o telespectador terá ocasião de acompanhar aquele museu natural, composto por 47 núcleos de gravuras que se estendem numa área de mais de 20 mil hectares, sendo o mais longo da Europa.

 O programa vai contar com intervenções de diversos profissionais, como especialistas e responsáveis do Parque, para relatar os eventos desde a descoberta das primeiras gravuras pelo arqueólogo Nelson Rebanda, em Novembro de 1991.

 A polémica em torno do Côa remonta a Novembro de 1994, quando o IPPAR (antigo organismo do Património Cultural Português) anuncia publicamente a descoberta, numa altura em que a EDP se preparava para construir uma barragem que deixaria as gravuras submersas.