BlogArte

Japão Arte e Arpuitetura Maio 28, 2009

Filed under: Uncategorized — rafickool @ 4:42 pm

Intrudoção: Japão, Arte e arquitetura do, todas as obras de arte realizadas no Japão desde o assentamento dos primeiros habitantes, por volta do X milênio a.C., até a atualidade.

Historicamente, o Japão esteve sujeito a súbitas invasões de idéias novas procedentes do estrangeiro, seguidas por longos períodos de contato mínimo com o mundo exterior. Ao londo do tempo, os japoneses tem desenvolvido a habilidade de absorver, imitar e acabar por assumir os elementos da cultura estrangeira que serviam para complementar suas preferências estéticas. As manifestações artísticas mais antigas que se desenvolveram no Japão datam dos séculos VII e VIII e estão relacionadas com o budismo.

No século IX, o Japão começou a abandonar a influência chinesa e a desenvolver formas de expressão próprias; de forma gradual, foi ganhando importância a arte profana, que continuou florescendo, junto à religiosa, até ò fim do século XV. Em conseqüência da Guerra Onin (1467-1477), o país entrou num período de desorganização política, social e econômica, que se prolongou durante quase um século. Sob o mandato da dinastia Tokugawa (ou Edo, 1603-1867), diminuiu o protagonismo da religião na vida diária e as artes que sobreviveram foram basicamente as profanas.

O pincel é o meio de expressão artística preferido dos japoneses, que praticam a pintura e a caligrafia tanto no plano profissional, quanto também como passatempo. Até os tempos modernos, sempre se utilizava o pincel, e não a pluma, para escrever. Para os artistas, a escultura era um meio de expressão muito menos eficaz; a maior parte dela está relacionada com a religião e sua importância diminuiu com a decadência do budismo tradicional. Já a cerâmica japonesa é uma das mais belas do mundo e a esta modalidade artística pertencem muitos dos objetos japoneses mais antigos que se conhecem. Quanto à arquitetura, revela claramente as preferências japonesas pelos materiais naturais, assim como a interação do espaço interior com o exterior.

A principal característica da arte japonesa é sua polaridade. Por exemplo, na cerâmica dos períodos pré-históricos, a excessividade deu lugar a uma arte disciplinada e refinada. Da mesma maneira, há duas estruturas do século XVI, radicalmente distintas: o palácio de Katsura, perto de Kyoto, é uma mostra da simplicidade das linhas, nas quais se destacam as madeiras naturais e a integração com os jardins circundantes, com o que sua beleza foi conseguida quase por acaso; em contraste, o templo-santuário mausoléu de Toshogu, no monte Nikko, é uma estrutura rigidamente simétrica, com relevos coloridos que cobrem toda a superfície visível.

A arte japonesa valoriza-se não só por sua simplicidade, mas também pela exuberância de seu colorido, e tem exercido uma considerável influência sobre a pintura e a arquitetura ocidentais dos séculos XIX e XX, respectivamente

 

Friso Maio 25, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 9:04 pm
Tags: ,

 

Pode ser um pouco estranho, mas há pessoas que não sabem o que é um friso

Como acabámos à pouco tempo o trabalhar da repetição de diferentes módulos, decidi fazer um artigo sobre o friso.

  • No sentido comum, é uma faixa para divisão ou ornamentação de uma superfície de parede, geralmente na parte superior.
  • Na arquitectua contemporânea pode ser um relevo em paredes ou móveis.
  • Podem ser também simetrias.

A mais usual, no meu caso, é a terceira opção. Às vezes, nem damos conta que estamos a fazer um friso e, quando reparamos está uma obra de arte. Não se esqueçam! Quando tiverem um tempinho livre e se vos apetecer desenhar, tentem fazer um friso. Passado um bocado já têm um desenho. É bonito! Agora vejam estes frisos interessantes:

 

Ver imagem em tamanho real

 

 

 

Frisos com simetrias

    Friso con 2 cores

   Friso com 2 cores

 

Nestes azulejos também podem encontrar frisos.

Ver imagem em tamanho real

Ver imagem em tamanho real                                                                                                                

Imaginem que não havia espaço em branco entre as duas imagens muitos bonitas! Se isso se repetisse seria um friso…

  

                                                                                                                     Luís Vicente

 

Pintura Japonesa Maio 12, 2009

Filed under: Uncategorized — jorge sousa @ 9:53 pm
  • Bases

 – Demonstração de Pintura Japonesa.

    

 

 – Quadro da Arte do Japão.

     Uma série de princípios estéticos como o do miyabi (elegância refinada), mono no aware (pathos da natureza), wabi (prazer da tranquilidade) e sabi (simplicidade elegante), às vezes de difícil compreensão no Ocidente, constituem as bases da arte japonesa, cuja característica essencial, desde os tempos passados, é configurar um mundo de perfeita harmonia e serenidade.

  • Período Pré-Budista

 Não existem muitas informações sobre a primitiva história cultural do Japão, mas os raros exemplos de arte pré-budista (ou seja, anteriores ao Século VI) já exibem certas características especificamente nipónicas, expressadas na haniwa, figuras fúnebres de argila, e nos dotaku, sinos de bronze cobertos de inscrições.

     O período pré-budista costuma ser dividido em três culturas distintas: a Jomon, de 2.500 a.C. até o Século III a.C.; a Yayoi, do Século III a.C. ao Século III da era cristã; e a Tumular ou Kofun, que medeia aproximadamente do ano 250 ao 500.

     A cultura Jomon atingiu praticamente todo o arquipélago japonês. Os objetos artísticos eram principalmente peças cerâmicas (vasos e pequenas figuras), com decorações estriadas (jomon).

     A cerâmica Yayoi é avermelhada e mais fina que a Jomon. Junto com a cerâmica, foram encontrados também dotaku e espelhos, armas, objetos de vidro e jade.

     Como a nação japonesa se formou mediante sucessivas vagas de imigração oriundas da Indochina, Indonésia, ilhas do Pacífico e, a partir da era cristã, da Coreia, entre os Séculos III e VI da era cristã estabeleceu-se a cultura eneolítica coreano-japonesa e nos dois países acham-se idênticos objectos de bronze (espadas, punhais, espelhos circulares etc.).

     Na época Tumular ou Kofun, construíram-se grandes túmulos para nobres e príncipes, como a tumba de Nintoku Teano, com 2.718m de diâmetro e 21m de altura, que data provavelmente do ano 399 e tem as paredes cobertas de pinturas policrômicas rudimentares que representam sóis, triângulos e espirais. Várias haniwa foram encontradas perto de túmulos das cercanias de Yamoto.

 

     A introdução do budismo no Japão, a partir do Século VI, durante o chamado período Asuka (em que esta cidade foi a capital do país), deu grande impulso à arte em geral.

     A escultura foi influenciada pelas artes chinesas Wei, Sui e Tang; no final do período, porém, tornou-se mais sensível e graciosa, adquirindo peculiaridades próprias.

 

     No Século VIII, a capital foi transferida para Nara, que se tornou o maior centro cultural, tão magnífico quanto Changan, a capital chinesa cujo modelo seguira.

     A escultura floresceu, e a decoração dos principais edifícios foi feita em tons nuançados (ungen). As estátuas de meados do Século VIII, imponentes e agradáveis à vista, dão a sensação de movimento real.

     Os materiais mais empregados são madeira pintada, laca, papier mâché, bronze e argila. Estátuas realistas e máscaras grotescas, usadas nas danças cômicas do gigaku, completam a produção escultórica.

 

 

 

Dubailandia 2 Maio 8, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 11:54 am
Tags: ,

Como já tinha referido, o Dubailandia será o maior parque da Europa, à frente da Disneylandia.Este parque tem muitas diversões e fica num país extraordinário:Dubai.

Para mim, o Dubai foi o país que mais evoluiu nos últimos 10 anos. Ao princípio era só constituído por um edifício e o resto era apenas areia.

Mas, ao passar dos anos os grandes construtores, os ricalhaços árabes investiram nos altos edifícios modernos, o que faz o Dubai, actualmente, assustador.

Também já mostrei Palm Island, a pequena ilha no Dubai com a forma de uma palmeira e o maior hotel do Mundo, Burj Dubai, que é espectacular de vido à sua altura e luxo.

E é isso que está aqui neste powerpoint. O Dubai Velho de 1990 e o Dubai completamente difernte de 2003.

 

25 de Abril de 1974 Abril 24, 2009

Filed under: Uncategorized — jorge sousa @ 10:49 pm

    

Mais um feriado,eu decidi fazer um artigo sobre o 25 de Abril:

     Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo – que cederam perante a revolta das forças armadas – o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar (o MFA), na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se “Dia da Liberdade” o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).

 

     Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi implementado em Portugal um regime autoritário de inspiração fascista. Com a Constituição de 1933 o regime é remodelado, auto-denominando-se Estado Novo e Oliveira Salazar passou a controlar o país, não mais abandonando o poder até 1968, quando este lhe foi retirado por incapacidade, na sequência de uma queda em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcelo Caetano que dirigiu o país até ser deposto no 25 de Abril de 1974.

     Sob o governo do Estado Novo, Portugal foi sempre considerado uma ditadura, quer pela oposição, quer pelos observadores estrangeiros quer mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Formalmente, existiam eleições, mas estas foram sempre contestadas pela oposição, que sempre acusaram o governo de fraude eleitoral e de desrespeito pelo dever de imparcialidade.

     O Estado Novo possuía uma polícia política, a PIDE (Polícia Internacional de Defesa do Estado), uma evolução da ex-PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), mais tarde DGS (Direcção-Geral de Segurança), que perseguiria os opositores do regime. De acordo com a visão da história dos ideólogos do regime, o país manteve uma política que considerava a manutenção das colónias do “Ultramar”, numa altura em que alguns países europeus iniciavam os seus processos de alienação progressiva das suas colónias. Apesar da contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir do início dos anos 60, a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.

     Economicamente, o regime manteve uma política de condicionamento industrial que resultava no monopólio do mercado português por parte de alguns grupos industriais e financeiros (a acusação de plutocracia é frequente). O país permaneceu pobre até à década de 1960, o que estimulou a emigração. Notou-se, contudo, um desenvolvimento económico a partir desta década.

 

 -Revolução dos Cravos (25 de Abril).

 

 – Representação de um cravo,significando a revolução dos cravos.

 

Arte Barroca 2 (powerpoint) Abril 17, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 12:07 pm
Tags: , ,

Observem algumas quadros sobre arte barroca,neste powerpoint:

 

Alguns génios da pintura Abril 16, 2009

Filed under: Uncategorized — heshimuevans @ 1:57 pm

Aqui está um pequeno vídeo sobre alguns génios da pintura ainda não tratados e as suas belas pinturas. Ora vejam:

 

 

 

                                                                                                                                  Luís Vicente